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Piscinão de Diadema atinge nível de emergência; reservatórios de Mauá e São Bernardo também exigem atenção

Boletim divulgado no domingo (13) aponta quatro piscinões do ABC em diferentes níveis de monitoramento; previsão de mais chuva mantém preocupação com alagamentos.

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Vista aérea de um piscinão com taludes cobertos por vegetação, áreas de solo exposto, água acumulada no fundo e um canal de concreto à direita.
Imagem ilustrativa de um piscinão, sem representar os níveis informados no boletim. Foto: Reprodução/SP Águas.

As chuvas dos últimos dias colocaram quatro piscinões do Grande ABC em níveis de emergência, alerta e atenção. O reservatório Diadema/Mercedes-Benz atingiu nível considerado de emergência, enquanto o Mauá/Petrobras foi classificado em alerta. Diadema/Imigrantes e São Bernardo/Chrysler apareceram em estado de atenção.

As informações constam de um boletim estadual divulgado no domingo, 13 de setembro, e publicado pelo Diário do Grande ABC. As classificações correspondem à situação registrada naquele levantamento.

Os quatro reservatórios integram o conjunto de 32 piscinões monitorados pela SP Águas. O Gabinete de Crise da Defesa Civil também acompanha as cheias dos rios diante das precipitações registradas desde quinta-feira (10).

A previsão para segunda-feira (14) mantém a preocupação na região metropolitana. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE), um sistema de baixa pressão aumenta a possibilidade de chuva forte na Grande São Paulo e no litoral.

No boletim das 23h56 de domingo, o CGE registrava chuva fraca na capital, mas mantinha a previsão de períodos de chuva moderada a forte ao longo da segunda-feira. O órgão destacou que o solo encharcado aumenta os riscos de alagamentos, transbordamentos de rios e córregos, deslizamentos e desabamentos. A tendência era de redução da chuva apenas no fim do dia. Confira o boletim do CGE.

Para quem precisa sair, a orientação é acompanhar os avisos oficiais, evitar vias alagadas e não tentar atravessar correntezas. Em caso de rachaduras ou outros sinais de risco na residência, a população deve acionar a Defesa Civil pelo 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193, conforme as orientações de segurança do CGE.